Just wanna go home..

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domingo, 5 de dezembro de 2010

I'm getting tired and I need somewhere to begin...





Somewhere Only We Know
Keane

I walked across an empty land
I knew the pathway like the back of my hand
I felt the earth beneath my own feet
Sat by the river and it made me complete

Oh simple thing where have you gone
I'm getting old and I need something to rely on
So tell me when you're gonna let me in
I'm getting tired and I need somewhere to begin

I came across a fallen tree
I felt the branches of it looking at me
Is this the place we used to love?
Is this the place that I've been dreaming of?

Oh simple thing where have you gone
I'm getting old and I need something to rely on
So tell me when you're gonna let me in
I'm getting tired and I need somewhere to begin

So and if you have a minute why don't we go
Talk about it somewhere only we know?
This could be the end of everything
So why don't we go
Somewhere only we know?
Somewhere only we know?

[break]

Oh simple thing where have you gone
I'm getting old and I need something to rely on
So tell me when you're gonna let me in
I'm getting tired and I need somewhere to begin

So and if you have a minute why don't we go
Talk about it somewhere only we know?
This could be the end of everything
So why don't we go
So why don't we go

This could be the end of everything
So why don't we go
Somewhere only we know?
Somewhere only we know?
Somewhere only we know?



terça-feira, 30 de novembro de 2010

Águas passadas não movem moinhos... certo?







Back To December
Taylor Swift

I'm so glad you made time to see me
How's life? Tell me, how's your family?
I haven't seen them in a while
You've been good; busier than ever
We small talk, work and the weather
Your guard is up and I know why
Cause the last time you saw me
Still burns in the back of your mind
You gave me roses and I left them there to die

So this is me swallowing my pride,
Standing in front of you saying
I'm sorry for that night
And I go back to December all the time,
It turns out freedom ain't nothing but missin' you
Wishing that I realized what I had when you were mine
And I go back to December, turn around
And make it all right
I go back to December all the time

These days I haven't been sleepin',
Stayin' up playing back myself leavin',
When your birthday passed
And I didn't call, then I think about summer,
All the beautiful times,
I watched you laughin' from the passenger side
And realized I loved you in the fall
And then the cold came,
With the dark days when the fear crept into my mind
You gave me all your love
And all I gave you was goodbye

So this is me swallowing my pride,
Standing in front of you saying
I'm sorry for that night
And I go back to December all the time,
It turns out freedom ain't nothing but missin' you
Wishing that I realized what I had when you were mine
And I go back to December, turn around
And change my own mind
I go back to December all the time

I miss your tan skin, your sweet smile,
So good to me, so right
And how you held me in your arms
That September night;
The first time you ever saw me cry
Maybe this is wishful thinking
Probably mindless dreaming
If we loved again, I swear I'd love you right
I'd go back in time and change it but I can't
So if the chain is on your door I understand

But this is me swallowing my pride,
Standing in front of you saying
I'm sorry for that night
And I go back to December,
It turns out freedom ain't nothing but missin' you
Wishing that I realized what I had when you were mine
I go back to December, turn around
And make it all right
I go back to December, turn around
And change my own mind
I go back to December all the time

All the time


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Nostalgia...

Atendendo a pedidos, de volta estou. Andei meio, para não dizer totalmente, afastada do blog, por inúmeros motivos. Tenho passado por muitos momentos, nos quais bato de frente com diferentes sentimentos... É um sentir estranho, novo, que, durante muito tempo, não soube expressar. Porém, agora, mais ciente de meus propósitos, sinto-me preparada para redescrever minha jornada. Não a jornada referente à uma viagem, mas a jornada do sentir, do descobrir, do expressar. Debater, questionar, concluir, refletir... é para isso que escrevo aqui.

Devo, a priori, justificar o título deste "post": "Nostalgia".

Acho que esta palavra, de certa forma, já faz parte do meu ser. Em 1 ano e 7 meses "ausente", à parte do meu mundo, passei por poucas e boas. Porém, em nenhum desses momentos, deixei de sentir saudade, ou, sequer, senti-me completa. A sensação de vazio sempre me acompanhou... Contudo, o vazio ao qual me refiro é um vazio inconstante, ora imensurável, ora irrelevante. Confuso, não?

Pois bem. Como em toda e qualquer outra jornada, nessa minha "nova vida", amei, desamei, me apaixonei, me iludi, cresci, regredi, namorei, acabei, me entreguei, me arrependi, perdoei, confiei, me decepcionei... em outras palavras: VIVI!
Momentos felizes, momentos tristes... enfim, momentos: momentos únicos, momentos meus. No entanto, a tal da nostalgia, este laço que me prende ao passado, nunca me abandonou.

Por que será tão difícil para todo e qualquer ser humano, desapegar-se de seu passado?
Para alguns, o hoje na vida de um homem, nada mais é que o reflexo de seu ontem. Para outros, o passado representa algo melhor ou pior, quando comparado ao presente. Será mesmo?

Devido à esta "crença", de que o ontem é sempre melhor do que o hoje, o passado representou, durante muito tempo, um grande fantasma, um grande peso, em minha vida, que me prendia ao chão, impedindo-me de ser livre, de recomeçar, de ampliar meus horizontes. Tentei de todas as formas, me livrar desse "vazio" que me acompanhava, dessa saudade que incomodava no fim do dia, quando me deitava à procura de descanso. Não consegui...

Passei a buscar, portanto, um ponto de equilíbrio entre estes dois momentos da minha vida. Passei a tentar redefinir meu conceito de passado: de algo melhor ou pior para algo em prol do melhor.

Descobri que meu vazio era nada mais que uma descrença, com relação ao meu presente. Por acreditar em meu ontem, não me permiti acreditar em meu hoje. Vivi, durante meses, uma vida de comparações. Conclui que a única forma de amenizar esse bendito "vazio" seria, não ignorando-o, mas redirecionando-o. O passado e o vazio passaram, portato, a impulsionar meu presente, em direção ao futuro. Se há algo que me falta agora, preciso batalhar para conquistá-lo futuramente... e, assim, sucessivamente. Dessa forma, pude ver que o vazio de meu presente não é gerado pela ausência de algo pertencente ao passado ou proveniente de ações praticadas durante o mesmo, mas pela ausência de algo melhor hoje, ou de algo melhor para meu amanhã.

Aprendi que sentir-se completo, que livrar-se do vazio, é impossível. A busca incessante pela melhoria de seja lá o que for na sua vida, é o que te mantém caminhando. Afinal de contas, o ser humano é um animal naturalmente insatisfeito, caso contrário, a vida seria deveras, simplória. Satisfação e humanidade são conceitos completamente opostos.

O passado sempre existirá para lembrar-nos de como nós SEMPRE podemos melhorar e adquirir algo mais proveitoso e mais satisfatório no presente, em prol do futuro.

Lembre-se de que: "pessoas felizes lembram do passado com gratidão, alegram-se com o presente e encaram o futuro sem medo."

Como já dizia Oswaldo Montengero: "Porque metade de mim é partida, mas a outra metade é saudade.."

Saudade para sempre existirá, mas isso não siginifica que um futuro melhor não estar por vir.




Melina Menezes






quinta-feira, 3 de junho de 2010

As definições do amor.

Hoje me peguei pensando, nesses meus vinte e um anos de jornada, se sou capaz de entender o significado da palavra “amor”.

Não estou falando do amor que você sente por seus familiares, por seus amigos, por seu parceiro conjugal, mas do amor em si, nu e cru. Do abstrato que, muitas vezes, se torna tão visível, por meio atitudes e palavras.

O que me intriga, em relação ao “amor”, é a complexidade que ele traz quando nós, reles humanos, tentamos chegar a um consenso que resulte em sua definição. Acredito que é para isso que o amor existe, enfim: para complicar as coisas. Mas será mesmo isso, ou será que nós é que complicamos tudo? Não seria muito mais fácil se todos sentíssemos mais e pensássemos menos? Por que será que a teoria é sempre mais fácil que a prática?

Cada pessoa tem sua própria visão do amor. Algumas pensam que amar é entregar-se, deixar-se levar pelo sentimento e tornar alguém essencial e indispensável. Mas, dizem que “o essencial é invisível aos olhos”, logo, como saber se a pessoa amada é, na prática, alguém essencial para você? Seria amar acrescentar? Às vezes, você se pega amando alguém que não influi nem contribui em absolutamente nada em sua vida. Você, simplesmente, ama por amar. E o que acontece com o essencial, neste caso? O amor é deveras, uma pedra no sapato...

Dizem que o amor é eterno... Será mesmo? Por que será que ele tem que ser eterno? Se nós não somos eternos, por que o amor seria? Eu gosto daquela frase, que diz: “que seja eterno enquanto dure”.

Para uns, amar é viver em função do próximo. Fazer o que for necessário, o possível e o impossível para fazer da pessoa amada um alguém mais feliz. Meu melhor amigo faz isso por mim. Isso o torna o meu mais perfeito amor? É uma questão de lógica: se o seu melhor amigo representa seu “anjo-da-guarda” na Terra, se, nele, você pode confiar e ser você mesmo, por que não considerá-lo o amor da sua vida? E se ele é o amor da sua vida, a pessoa mais perfeita, por que ele não pode ser o seu melhor amante? Afinal de contas, os princípios de uma relação conjugal são baseados em confiança, conforto, parceria, certo? Mas não apenas isso, creio eu...

Você já se deparou com aquela situação, em que alguém é capaz de mover mundos e fundos por você? Que para aquela pessoa, é Deus no céu, e você na Terra? Alguém capaz de dar a vida por você? Não seria esse mais um caso de amor perfeito? Todos sempre procuram alguém assim: “louco” por você. Mas por que será que, quando alguém assim aparece em nossas vidas, é quase sempre na hora errada e no momento errado? Por que você, nem sempre, consegue amar quem ama você, da mesma forma? E quando a relação pára de dar certo, quando o amor é mais intenso em um lado que no outro? Drama, drama, drama...

A verdade é que o amor não é racional. Ele vem sem aviso prévio e, quando ele chega, domina tudo, não deixando espaço para controle. Você sente, sente, sente... Mas isso não significa que ele deva ser inconseqüente. Atitudes por amor, também geram conseqüências, logo, sentimento e reflexão devem caminhar juntos. Se você se priva de viver e agir por amor, e passa a viver apenas pela razão, o amor perderá sua força. Há quem diga que “o amor é como fogo. Se não alimentado, morre.”, logo, alimente seu amor se ele trouxer benefícios para você. Razão e emoção devem se manter em equilíbrio, pois “a virtude encontra-se no meio”. Sempre.

Chego à conclusão de que, não adianta pensar e tentar definir o amor, pois ele se define por si só. Cada pessoa tem sua própria forma de amar, e não é porque seu amor não foi o mais intenso ou mais cheio de renúncias, que ele não foi real. Sinta, sinta, sinta e, se um dia o amor acabar, deixar de funcionar, não é porque ele não existiu, é porque o “eterno” dele chegou ao fim.

Não acho que eu saiba o que é o amor, afinal, é mais fácil senti-lo do que resumi-lo a um conceito.

Melina Menezes